São Paulo, 21 de Março de 2019

Feijoada / Confraternização de Doadores e Aniversário de 9 Anos do Clube SangueBom
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O valioso poder da esperança.

Escrita por: Redação Fellows Mkt & Co.
26/02/2013 17:21

Pensamento positivo pode fazer bem – mas não se deve fugir da realidade.

Você conhece alguém que procura ver o lado bom das coisas? Aquela pessoa que, diante de um problema ou desafio, busca uma forma melhor de ver a questão, de maneira a pensar em uma boa saída, em uma boa estratégia para superar aquela fase ruim, e acredita que pode fazer a vida melhorar de novo? Aquele amigo ou familiar que, diante de um acontecimento ruim, discute a solução, e não a perda?

Pois é muito provável que essa pessoa tenha mais chances de enfrentar esses desafios. Mais: podem até ter condições de saúde melhores ou, se ficaram doentes, ter mais chances de se recuperar. Ter a esperança de que há solução é melhor do que abandonar-se à tristeza e à derrota.

Isso porque já há estudos demonstrando que uma visão mais positiva pode estar efetivamente auxiliando as pessoas que pensam com esse tipo de otimismo. Complicações cardíacas, mal de Alzheimer, depressão, diminuição da expectativa de vida, alcoolismo... são situações que podem ser diminuídas ou evitadas por pessoas otimistas – que tendem assim a se manter saudáveis por mais tempo e ter menor declínio físico ao envelhecer que os não otimistas, por exemplo.

Sim e não.

Mas e aquela pessoa que convicta de que “não há nada errado”? Aquela que nega problemas e insiste em não reconhecer riscos ou evidências claras de que algo não está bem – embora seja evidente que algo incorreto existe? Bom, é necessário ter bom senso: o otimismo pode fazer bem, mas ignorar a realidade não é ser otimista. Isso seria uma forma de “fuga” do problema.

É portanto fundamental compreender que “ser otimista” não é ignorar problemas ou dificuldades, mas reagir positivamente mesmo ciente deles – mesmo que seja um problema insolúvel. A qualidade de vida, mesmo nessa situação, possivelmente será melhor se a pessoa conseguir encontrar alguma forma de se motivar a continuar a viver bem, acreditando que, de alguma forma positiva que se dispõe a exercer, isso será possível.

O mesmo vale para situações que não dizem respeito à saúde: a dívida no cartão de crédito, por exemplo, não vai “desaparecer” se medidas para pôr as finanças em ordem não forem adotadas. A diferença é que o otimista vê que isso é possível e atua para buscar uma solução que ele acredita ser favorável para aquela situação. Já o pessimista rende-se; acha que nada dará certo e se entrega ao problema – que pode com isso provavelmente aumentar.

Mas não é fácil cultivar a esperança, construir sempre pensamentos positivos: é preciso educar a própria vivência, buscar meios. É talvez uma mudança de foco: ao invés de discutir problemas, discutir soluções, por exemplo. Ser otimista não é portanto praticar uma “fuga da realidade”. A esperança do otimista não é uma maneira de ignorar dificuldades ou fazer de conta que elas não existem: ter esperança é acreditar que é possível fazer algo para aquilo ser diferente. Acreditar que “é possível alguma solução” pode motivar a pessoa a tentar fazer aquela solução real. Ou ao menos ser mais feliz tentando.


Publicado originalmente em 26 de fevereiro de 2013.

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