São Paulo, 25 de Abril de 2019

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Trabalho que adoece

Escrita por: Maurício Godoi
29/02/2008 12:16

Síndrome de Burnout pode ser confundida com estresse e depressão

Excesso de dedicação, alta motivação, perfeccionismo e rigidez. Se você se enquadra em alguma dessas características, cuidado, sem saber é candidato ou candidata a desenvolver a síndrome de Burnout. Essa é uma doença que cada vez mais afeta as pessoas no trabalho. O distúrbio é relacionado ao estresse ocupacional que leva ao desgaste do humor e da motivação profissional.

Apesar de acometer pessoas com um determinado perfil, a síndrome pode surgir em qualquer pessoa. Porém, algumas profissões - e sua rotina de trabalhado - tende a ter maior incidência. Em geral, são profissionais que precisam manter contato próximo com outros indivíduos e de quem se espera respostas rápidas. Entre eles, trabalhadores do serviço de saúde, educação e segurança.

O sintomas da podem levar a pessoa a acreditar que é estresse ou depressão. Porém, são casos diferentes que acabam influenciado o comportamento de quem sofre do mal.

*Comportamento alterado*

Existem diversas características que somadas podem levar à correta identificação da Burnout. Os emocionais levam a pessoa a avaliar negativamente seu desempenho profissional, provoca esgotamento, fracasso, impotência e baixa auto-estima. As manifestações físicas ou os transtornos psicossomáticos causam fadiga crônica, dores de cabeça, insônia, úlceras digestivas, hipertensão arterial, taquicardia, arritmias, perda de peso, dores musculares e de coluna, alergias e lapsos de memória.

Essas alterações culminam na mudança de comportamento da pessoa. Entre elas, o aumento no consumo de café, álcool e remédios, faltas no trabalho, baixo rendimento pessoal, cinismo, incapacidade de concentrar-se, comportamento paranóico, agressividade e outras.

De acordo com a terapeuta Adriana de Araújo, o ambiente corporativo hostil pode ajudar no aparecimento do mal. Contudo, a reação do profissional diante de problemas e pressão profissionais é que determinam seu surgimento. Quando afetada, a pessoa deve procurar um especialista para que os danos à saúde possam ser minimizados diante da gravidade que podem incorrer. O tratamento indicado é essencialmente psicoterapêutico, mas dependendo do caso, o médico poderá indicar alguns medicamentos para aliviar sintomas como ansiedade e tensão.

A terapeuta aponta uma maior humanização das empresas, como forma de atacar uma das origens do problema. Para ela, as companhias deveriam parar de exigir metas que são impossíveis de alcançar.

Pompeia: Rua Tavares Bastos, 425 - (11) 3674-4444 - De 2ª a 6ª das 8h às 18h e aos sábados das 8h às 16h.