São Paulo, 15 de Dezembro de 2019

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Alimentação correta ajuda na digestão

Escrita por: Regiane Sanchez
13/06/2008 13:11

A influência do que comemos no nosso dia-a-dia

Com certeza você já teve ou conhece alguém que sofre com intestino preguiçoso. As desordens e doenças digestivas são mais comuns do que imaginamos. Esses distúrbios são causados por fatores como estilo de vida e hábitos alimentares, e afetam milhões de pessoas.

A constipação intestinal, intestino preguiçoso ou preso, são nomes diferentes para um mesmo problema que atinge de 15% a 30% da população mundial. Esse dado é do Mapa das Desordens e Doenças Digestivas (MDDD), elaborado pela Organização Mundial de Gastroenterologia (WGO). O trabalho revela ainda que o intestino preguiçoso é uma das principais queixas gastrointestinais registradas nos consultórios.

No Brasil, não há números oficiais, mas acredita-se que aproximadamente 32% das mulheres e 6% dos homens têm dificuldade em ir ao banheiro. Essa pesquisa foi realizada pela Nielsen com apoio da Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG).

O médico gastroenterologista Dr. Antonio Frederico Magalhães, afirma que a constipação intestinal é um distúrbio muito freqüente. Em alguns casos, as pessoas passam três a quatro dias sem evacuar e o problema vai se agravando cada vez mais. Nesses casos é freqüente o abuso de laxantes, o que também é prejudicial. Ele indica a procura por orientação médica e a adoção de hábitos de vida saudáveis – que envolve uma dieta rica em frutas e vegetais, alimentos funcionais, exercícios físicos e a ingestão adequada de água.

A idade, sedentarismo, alimentação inadequada, estresse e gravidez contribuem para que ocorra o intestino preguiçoso. Além disso, cada organismo tem seu próprio ritmo e velocidade. A ida ao banheiro depende do próprio sistema digestivo, da alimentação e do estilo de vida.

Além do mal-estar e do impacto negativo no humor, o intestino preguiçoso pode causar megacólon (dilatação do cólon causado por deficiência do trânsito intestinal), hemorróidas, fissuras anais, inchaço do reto, incontinência fecal e hemorragia retal.

Tratamentos

Por tratar-se de um distúrbio e não de uma doença, mas muitas vezes é necessária a ajuda do médico para resolvê-lo. É importante manter bons hábitos alimentares, como comer em horários regulares, evitar longos períodos de jejum, não exagerar na comida, comer devagar, mastigar bem, evitar líquidos durante a refeição, não ingerir comida extremamente quente ou gelada e optar por sobremesas naturais, como frutas frescas.

É importante saber que a digestão completa requer cerca de 30 horas e que grávidas podem ter problemas digestivos por causa do crescimento do útero e da ação dos hormônios.

Pompeia: Rua Tavares Bastos, 425 - (11) 3674-4444 - De 2ª a 6ª das 8h às 16h30 e aos sábados das 8h às 16h.