São Paulo, 23 de Julho de 2019

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Transmissão vertical de HIV

Escrita por: Redação Fellows Mkt & Co.
12/08/2008 11:30

Você já ouviu falar?

A transmissão vertical de HIV ocorre em crianças que são infectadas pelo vírus, durante a gestação, no momento do parto ou durante a amamentação. Mas nem sempre o bebê, filho de mãe soropositiva, contrai o vírus. Atualmente existem medidas eficazes para evitar a transmissão, como um diagnóstico precoce da gestante infectada, uso de remédios anti-retrovirais, cesariana programada, exames durante o pré-natal e uma alimentação diferenciada para o bebê.

A maioria das crianças nascidas nessas circunstâncias, não apresenta sinais ou sintomas no nascimento, portanto, todas devem ter acompanhamento médico até que se comprove sua situação sorológica.

O índice de transmissão vertical de HIV pode chegar a 20% ou seja, a cada 100 crianças, 20 são HIV positivas. Com essas ações de prevenção, o risco de transmissão é reduzido a 1%.

Boa notícia: de acordo com o Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da FMUSP, a negativação sorológica é possível e ocorre em média aos 16 meses de vida dos bebês que possuem acompanhamento médico e tratamento continuado. O ideal é administrar os medicamentos anti-retrovirais a partir da 16ª semana de gestação, durante o parto e por até seis semanas após o nascimento.

A transmissão vertical do vírus HIV é responsável por cerca de 80% dos casos de Aids no Brasil e no mundo. O desafio está em controlar essa transmissão através de esforços coletivos e garantir a medicação durante a gravidez, principalmente nas áreas mais carentes.

Pompeia: Rua Tavares Bastos, 425 - (11) 3674-4444 - De 2ª a 6ª das 8h às 18h e aos sábados das 8h às 16h.