São Paulo, 21 de Setembro de 2018

Feijoada / Confraternização de Doadores e Aniversário de 9 Anos do Clube SangueBom
Feijoada / Confraternização de Doadores e Aniversário de 9 Anos do Clube SangueBom
Confraternização de Doadores e 9 Anos do Clube SangueBom
Confraternização de Doadores e 9 Anos do Clube SangueBom

Chocolate

Escrita por: Redação Fellows Mkt & Co.
02/04/2009 18:30

Está chegando a Páscoa e com ela, chocolates!

O costume começou há cerca de 3.000 anos com os chineses, que comemoravam o início da primavera, oferecendo ovos de pata e galinha pintados em cores fortes. O ritual pagão celebrava a volta à vida, após um inverno rigoroso e os longos meses em que a natureza permanecia coberta de neve.

A data coincide com a Páscoa cristã, que marca a ressurreição de Cristo. Com o tempo, o costume se espalhou pelo mundo, e outros materiais substituíram o ovo animal, como a madeira e as pedras. Em meados de 1828, o desenvolvimento da indústria de chocolates na Inglaterra consolidou o produto como matéria-prima nesta época. No Oriente, no entanto, os ovos de chocolate ainda não foram totalmente incorporados à cultura.

Se a pessoa concentrar o consumo do ano todo na Páscoa, pode ter uma intoxicação se o chocolate estiver contaminado por alguma toxina. Mas o consumo exagerado pode provocar diarréia.

O chocolate contém três substâncias que podem provocar dependência: a teobromina, a cafeína e a feniletiamina. Para ser caracterizada como dependente, a pessoa precisa consumir chocolate para se sentir bem ou ter sintomas depressivos quando fica muito tempo sem comê-lo.

Altamente calórico, o chocolate é o vilão das dietas, mas pode ser consumido com moderação por pessoas saudáveis. Nutritivo, contém vitaminas e sais minerais, além de alto teor de flavonóides (antioxidantes que podem ajudar a reduzir os riscos de doenças cardiovasculares) e de substâncias precursoras da serotonina, responsável pela sensação de prazer e bem-estar.

Entretanto, o chocolate deve ser desestimulado em qualquer idade, devido ao alto teor de açúcar e gordura. Quanto mais cedo a criança começar a comer chocolate, pior. No primeiro ano de vida, as chances de intolerância à lactose (açúcar encontrado no leite animal) são maiores.

Os chocolates “diet” como não possuem açúcar na composição, o teor de gordura precisa ser maior, para garantir a mesma consistência. Em alguns casos, ele chega a ser mais calórico que o chocolate comum, por isso é indicado apenas para diabéticos, não para pessoas com restrição calórica. Já os "light" têm menos gordura e, por isso, menos calorias.

Pessoas sensíveis ao chocolate podem ter enxaqueca provocada por alergias ou devido à ação de substâncias vasodilatadoras presentes no chocolate, além de irritações na pele, no estômago e na mucosa intestinal. Estima-se também que de 10% a 15% das pessoas com doenças labirínticas tenham problemas com o metabolismo de açúcar.

A maioria dos produtos voltados a pessoas com intolerância à lactose utiliza o leite de soja no lugar do leite de origem animal. Como alternativa, existe o chocolate amargo, que não leva leite na sua composição.

Já as pessoas com intolerância ao glúten devem consultar as informações no rótulo do produto para se certificar que o recheio ou os outros ingredientes são livres da substância. Chocolate puro não contém glúten.

Então, delicie-se! Mas atenção para não exagerar na Páscoa com chocolates!

Pompeia: Rua Tavares Bastos, 425 - (11) 3674-4444 - De 2ª a 6ª das 8h às 18h e aos sábados das 8h às 16h.