São Paulo, 19 de Janeiro de 2019

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Endometriose

Escrita por: Redação Fellows Mkt & Co.
10/06/2009 17:41

Muitas mulheres sofrem deste mal

Muitas mulheres, por sofrerem com a TPM não conseguem distinguir a cólica menstrual e a endometriose. A endometriose caracteriza-se pela presença de endométrio (camada interna do útero renovada mensalmente pela menstruação) em locais fora do útero e apresenta-se com cólicas menstruais que vão aumentando a intensidade da dor ao longo dos anos.

Há diversas teorias sobre as causas da doença. A principal delas é que, durante a menstruação, células do endométrio sejam enviadas pelas trompas para dentro do abdômen. Há evidências que sugerem ser uma doença genética. Outras sugerem ser uma doença do sistema de defesa. Na realidade sabe-se que as células do endométrio podem ser encontradas no líquido peritoneal em volta do útero em grande parte das mulheres. No entanto estima-se que 6 a 7 % das mulheres tenham endometriose.

Além das cólicas progressivas, outro sintoma da doença é a dor durante as relações sexuais.
Por conta dessas forte dores, muitas mulheres sofrem fisicamente e psicologicamente (com a irritabilidade, angústia, depressão e em casos mais graves, infertilidade) com a doença, já que afeta a vida conjugal.

Aproximadamente 20% das mulheres tem apenas dor, 60% tem dor e infertilidade e 20% apenas infertilidade.

Para diagnosticar a doença, o médico faz o exame ginecológico, analisa o histórico da paciente e solicita ultra-som endovaginal especializado e exames laboratoriais. Se a suspeita for de endometriose profunda o médico pode solicitar uma ressonância magnética da pélvis ou exames mais específicos.

A endometriose é uma doença que ainda não tem cura e sua prevenção não é eficiente. No entanto a dor e os sintomas dessa doença podem ser diminuídos através de tratamentos com hormônios ou cirurgia, dependendo do grau em que se encontra. O tratamento é importante para aliviar a dor, evitar a progressão da doença e preservar ou restaurar a fertilidade.

Fonte: a matéria acima foi baseada em informações disponíveis no site www.gineco.com.br

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