São Paulo, 18 de Novembro de 2018

Feijoada / Confraternização de Doadores e Aniversário de 9 Anos do Clube SangueBom
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Ele chora e perde o fôlego

Escrita por: Redação Fellows Mkt & Co.
19/03/2010 13:53

Saiba como agir nesses casos

A história não é incomum, com certeza muitos já presenciaram a cena, um bebê irritado ou descontente por motivos como: a retirada brusca da chupeta, um susto, um pequeno trauma, o medo de cair do colo, entre outros, chora insistentemente. Após um período nessa condição para de respirar rapidamente e em alguns casos ficam com a pele arroxeada e corpo amolecido.

A situação descrita ocorre em bebês e crianças de seis meses a três anos, por diferentes causas. Há motivo para preocupação quando as crises estiverem associadas a um distúrbio cardiorrespiratório. Apenas um pediatra pode fornecer esse diagnóstico e dependendo da avaliação encaminhará o caso a um cardiologista ou neuropediatra.

Na maioria das vezes, o problema não é de ordem médica e, portanto as mães não precisam ficar apavoradas. Logo depois, o bebê volta a respirar normalmente, apesar de ainda chora por um tempo. Se não houver um distúrbio cardíaco, as crises não deixam seqüelas, não provocam a morte e desaparecem até os cinco anos de idade.

Por que isso acontece?
> Por predisposição constitucional;
> Criança ou pais muito ansiosos;
> Por arritmia cardíaca – diminuição da freqüência dos batimentos cardíacos.

Em momento em que a criança está em crise, é importante manter a calma, controlar a ansiedade e não deixar que o filho note a preocupação, a agitação dos país poderá motivar novas crises.

Ações como tapinhas no bumbum, nos pés e assoprar o rosto do neném são atitudes que não irá resultar em nada, é adequado massagear a região do peito, que estimula o retorno da respiração. Quando a crise cessar, deite o bebê no berço, sem muito alarde ou excesso de cuidados.


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