São Paulo, 22 de Outubro de 2018

Feijoada / Confraternização de Doadores e Aniversário de 9 Anos do Clube SangueBom
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Fumo na gravidez, malefícios em dobro.

Escrita por: Redação Fellows Mkt & Co.
25/06/2010 14:27

O desejo de ser mãe pode ser um estímulo para se parar de fumar.

Há algumas décadas era impossível ir ao cinema e não ver os astros americanos fumando. Inúmeros personagens de filmes dos anos 1950 e 1960 apareciam constantemente em cenas com seus cigarros, charutos e cigarrilhas.

Até Mel Gibson, na relativamente recente série de quatro filmes chamada Máquina Mortífera (o primeiro de 1987; o último de 1998) fazia um policial que fumava – mas que depois também acabava por abandonar o vício no decorrer da história. Fumar parece meio fora de moda.

Mas moda e cinema à parte, o fato é que muita gente ainda fuma. E entre aqueles que tentam abandonar o cigarro e não conseguem e os que simplesmente se assumem como fumantes (e não têm vontade deixar o hábito) há as mulheres.

E o pior é que as mulheres são ainda mais suscetíveis aos malefícios do cigarro que, se é ruim para eles, é ainda pior para elas – em parte pela complexa vida hormonal feminina e pelas questões relacionadas à gravidez.

Problemas
para elas e para
as crianças.


Um dos problemas é que a mulher fumante tem menor capacidade de formação do óvulo. E, quando uma gestão tem início, uma série de problemas pode ocorrer, como a maior possibilidade de um aborto espontâneo, interferência no ganho de peso do bebê e doenças hipertensivas.

E a preocupação não termina com o nascimento do filho: pais (homem e/ou mulher) que fumam em casa estão associados também com problemas respiratórios da criança.

Além disso há os problemas que podem acometer todos os fumantes, como câncer de pulmão, enfisema pulmonar e infarto, entre vários outros.

Como parar?

O que fazer então a mulher que fuma? Há uma série de soluções que podem ser utilizadas para parar – como o emprego pleno da força de vontade, o apoio dado por medicamentos ou adesivos que buscam diminuir a dependência do vício (no uso de medicamentos, o acompanhamento médico é indispensável) e até técnicas menos convencionais (e bem desagradáveis), como pesquisar diariamente na internet fotos de doenças relacionadas ao fumo para desenvolver uma aversão ao vício (já experimentou?) ou juntar, numa garrafa, as bitucas de cigarro fumados ao longo de meses – para ir criando asco pela sujeira relacionada ao hábito.

Qual delas dá certo? Todas, se houver dedicação e motivação intensa do fumante numa luta que sabidamente não é fácil. Além do que raramente é na primeira tentativa que a libertação acontece, sendo normalmente necessário tentar, tentar e tentar – para só depois de muitas “paradas de fumar” se conseguir de fato – embora tentar e não conseguir em hipótese alguma deva ser visto como um fracasso, mas sim como um novo elemento de motivação.

Outro bom caminho, no caso das mulheres, é deixar o cigarro como parte da preparação para uma gravidez planejada e saudável – mesmo que a ideia de se ter um filho ainda esteja longe. Ou seja: se a mulher que fuma pretende um dia ser mãe, pode iniciar hoje mesmo o processo de abandono do vício. E ter um filho parece ser uma ótima motivação.

Afinal, se até personagem de filme larga o cigarro, por que pessoas de verdade não podem conseguir? “Porque um filme não é a realidade”. Certo. Mas filhos reais também só existem na vida real. E ter uma mãe que não fuma parece ser um excelente presente de boas-vindas para o bebê.

Vale tentar. E tentar até conseguir.

Pompeia: Rua Tavares Bastos, 425 - (11) 3674-4444 - De 2ª a 6ª das 8h às 18h e aos sábados das 8h às 16h.