São Paulo, 28 de Maio de 2018

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Mascavo: mais vitaminas e minerais, mas quase as mesmas calorias.

Escrita por: Redação Fellows Mkt & Co.
20/08/2010 14:20

Veja algumas das vantagens e mitos desse alimento em relação ao açúcar branco refinado.

A cana-de-açúcar é uma planta cultivada há muito tempo, e foram os persas os pioneiros a produzir o açúcar cristalizado através da extração do mel do melado por meio da gravidade. Com o passar dos séculos a novidade chegou aos egípcios e árabes. Com a expansão do prático e saboroso “mel sem abelhas”, logo o produto motivou a criação de rotas comerciais e um grande mercado que envolveu também outros países africanos e da Ásia e depois da Europa, até dar nas terras do Novo Mundo.

Com o desenvolvimento das tecnologias de produção, apareceu em nosso tempo o açúcar branco e refinado. O açúcar branqueado é resultado de um tratamento químico que consiste na aplicação de dióxido de enxofre (SO2) no melado. O dióxido de enxofre utilizado é depois removido até limites toleráveis (é importante a remoção, porque a presença de resíduos dessa substância pode alterar o sabor e o odor do açúcar, além de poder gerar reações alérgicas e dores de cabeça se em altas concentrações, por exemplo). O produto, granulado, visualmente atraente e fácil de usar é o consumido comumente pelos brasileiros.

Mas há alguma opção ao açúcar branqueado?

Sim. Uma delas é o açúcar mascavo, obtido do caldo de cana sem a aplicação do dióxido de enxofre. O resultado é um açúcar escuro, que pode variar do dourado ao marrom, conforme o tipo da cana utilizada na fabricação do produto e a época do ano em que ela foi colhida.

O açúcar mascavo, apesar de apresentar cor e textura bem diferentes do açúcar branco e refinado ao qual a maioria das pessoas parece estar acostumada, além de não passar pelo processo de clareamento e refinamento mantém algumas vitaminas e sais minerais naturais que se perdem no processo de industrialização do açúcar branco refinado.

Dessa forma, o açúcar mascavo possui cálcio, magnésio, fósforo e potássio e Vitaminas B1 e B6; substâncias que estão ausentes ou presentes em menor quantidade no açúcar branco refinado.

Vale mudar?

Depende. Em termos calóricos, porém, a diferença é bem menos significativa, sendo o açúcar mascavo apenas ligeiramente menos calórico que o refinado branco. Em termos práticos, mudar do açúcar refinado branco para o mascavo para diminuir o consumo calórico pode não representar vantagem relevante.

E o açúcar mascavo pode ser consumido por diabéticos? Se o médico já libera o consumo do açúcar comum, provavelmente sim – desde que o diabético some as calorias contidas na porção consumida nos valores de carboidratos que vão interferir em sua glicemia e façam o controle médico recomendado como indicado (na dúvida, consulte sempre seu médico), como faz de praxe com os outros alimentos e açúcares.

E, por fim, vale a pena trocar o açúcar refinado branco pelo mascavo ou isso é mito? Como opção por uma fonte de vitaminas e minerais melhor do que o açúcar branco refinado, sim. Entretanto, se o consumidor não pode ingerir açúcar ou se preocupa com o peso a indicação é que busque esses minerais e vitaminas em outros alimentos, menos calóricos – o consumo de açúcar, seja de qual tipo for, deve sempre ser pequeno.

Também deve ser considerado o preço, que é bem superior ao do açúcar comum, e o sabor, que é um pouco diferente – mas também muito agradável – em comparação ao sabor ao qual do açúcar comum, ao qual a maioria das pessoas já está acostumada.

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