São Paulo, 22 de Outubro de 2018

Feijoada / Confraternização de Doadores e Aniversário de 9 Anos do Clube SangueBom
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O calor e seus desafios.

Escrita por: Redação Fellows Mkt & Co.
30/11/2010 16:18

Como não sofrer tanto com o calor.

O sol brilha, impiedoso. E, quando o calor é tanto que uma incontável quantidade de água se acumula em nuvens altas e pesadas, vem a chuva. Alívio? Não: somada ao calor, a umidade parece castigar ainda mais os pobres mortais entregues aos rigores dos trópicos. Mas tenha calma: se no Brasil nevasse como nos países do Norte a sensação de desconforto climático possivelmente não seria menor. Então, como conviver com o calor?

O excesso de calor pode ser combatido pelo corpo – ao menos até um certo limite. Uma das ferramentas que o organismo usa para isso é o nível da circulação sanguínea: a grosso modo, equivale a dizer que quanto mais quente, mais “superficial” é a circulação (irradiando calor); quanto mais frio, o sangue se concentra na parte mais interna do corpo (evitando que calor se perca). Outro exemplo de medida eficaz é o suor: expelido pela pele, ao evaporar, leva com ele parte do calor. É por isso que a umidade aumenta a sensação de calor: porque em tempo úmido o suor evapora muito menos, prejudicando a regulação natural da temperatura por meio desse sistema.

Mas o que acontece quando os meios de regulagem natural da temperatura do corpo falha ou não é suficiente? As consequências podem ser várias: cãibras, esgotamento, elevação do pulso, perda de consciência e até problemas ainda mais sérios, que podem afetar órgãos vitais.

Todos podem ser afetados pelo calor em excesso, mas são pessoas enfermas, doentes crônicos, crianças mais novas, pessoas idosas e pessoas em práticas esportivas que sofrem mais.

Esteja ou não você ou algum conhecido nesses grupos, o que se pode fazer para evitar o calor?

Dependendo do caso, o acompanhamento e aconselhamento médico é insubstituível. Mas há uma série de ações que podem ser tomadas para evitar ou minimizar o calor nos dias escaldantes:

• Evitar ambientes quentes. Pode parecer óbvio, mas tem muita gente que faz o contrário. Evitar locais como praias, piscinas e afins, ao menos nos horários mais quentes, é uma boa dica. Fugir de locais com grande concentração de pessoas e dos centros urbanos (quanto mais asfalto, carros e prédios, pior) também é boa sugestão.

• Cuide da climatização do ambiente. Em casa ou no trabalho, manter janelas abertas – em especial à tarde e à noite. Ou, se possível, usar ventiladores, climatizadores ou aparelhos de ar-condicionado, que podem ajudar.

• Tome água. Não valem refrigerantes ou sucos cheios de açúcar: busque tomar água ou sucos naturais, mesmo que não sinta sede.

• Ao fazer exercícios físicos, cuidado redobrado. Hidrate-se corretamente e cuidado com seus limites: o calor acentua o desgaste físico e torna mais difícil para o corpo manter a temperatura dentro dos níveis adequados. Escolha os horários mais frescos para se exercitar.

• Usar roupas leves. Elas ajudam a pele a “respirar”. Podem até ser longas, como camisas de manga comprida – o que, aliás, ajuda a proteger a pele do sol. Mas que sejam finas, de tecidos naturais e cores claras (que absorvem menos calor).

• Tomar muitos banhos. Quem adora água tem um motivo a mais para abusar do chuveiro. Eles ajudam a refrescar. Tome vários durante o dia.

• Alimentação sem excesso. Evitar comidas “pesadas”, gordurosas. Não abusar do sal.

• Cuide de si e dos outros. Idosos e outros grupos que pessoas que sofrem mais com o calor devem ficar atentos, tendo um procedimento de emergência já acertado para o caso de vir a passar mal – como um número de telefone para onde ligar ou alguém a quem pedir ajuda. Se você não está nesse grupo mais suscetível ao calor, ajude quem está (familiares, amigos, colegas de trabalho, vizinhos) e fique atento a essas pessoas: converse com elas e veja se precisam de ajuda. E cuidado redobrado com incapazes – como acamados, recém-nascidos e pessoas muito idosas.

No mais, viva: algumas coisas não há como mudar. Mas você pode tomar medidas para se adaptar a elas.

Pompeia: Rua Tavares Bastos, 425 - (11) 3674-4444 - De 2ª a 6ª das 8h às 18h e aos sábados das 8h às 16h.