São Paulo, 22 de Outubro de 2018

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Calvo com charme ou cabelo com remédio?

Escrita por: Redação Fellows Mkt & Co.
04/02/2011 14:37

Tratamentos podem ser opções à calvície masculina.

No início são alguns fios soltos ao acaso; depois eles aumentam em quantidade e começam a aparecer em todo lugar: no ralo da pia, no chão do banheiro, no pente, no boné, no travesseiro..

A queda de cabelo vai então se tornando um terror para a vaidade masculina, e a preocupação – ao contrário dos fios – não sai da cabeça. “Vou ficar careca?” Se nada for feito e dependendo do tipo de problema, provavelmente sim. Se não totalmente, possivelmente ficará calvo em algumas regiões do couro cabeludo, dependendo do tipo de calvície que acomete a pessoa.

Há diversos fatores que podem ocasionar a queda de cabelo nos homens. Um deles, muito comum, é a alopecia androgenética – ou, em termos gerais, a queda de cabelos por predisposição genética.

Esse tipo de problema pode levar à calvície. O início da queda está associado à produção de testosterona, um hormônio responsável pelas características sexuais masculinas que, nas pessoas geneticamente predispostas, pode interferir na produção dos fios, que vão ficando cada vez mais finos e acabam por cair, deixando a área calva.

Tratar: quanto antes, melhor.

Não há simpatia que dê jeito: no caso da alopecia, lavar o cabelo com “xampus milagrosos” ou usar fórmulas caseiras não funciona, pois a questão é genética. Entretanto existem alguns tratamentos à base de medicamentos que podem surtir bons resultados. Se o candidato a calvo não está disposto a enfrentar os custos e – principalmente – os riscos e desconfortos de um implante capilar, pode optar pelo tratamento medicamentoso.

Um dos medicamentos muito utilizados para este fim é a finasterida. Inicialmente desenvolvida para o tratamento de câncer de próstata, a substância se mostrou eficaz também no combate à queda de cabelo por alopecia androgenética.

A finasterida age neutralizando uma enzima que, ao reagir com a testosterona, causa a miniaturização e perda dos fios.

Associada a outros medicamentos, como loções à base de minoxidil (um dilatador de vasos sanguíneos que, aplicado topicamente no couro cabeludo, facilita o desenvolvimento dos fios), os resultados tendem a ser ainda melhores.

O importante é que o tratamento inicie-se o quanto antes; isto é, antes de a calvície ter se instalado, pois nesse tipo de tratamento a área calva não é revertida (o medicamento age preservando os fios que existem, não faz fios nascerem onde a calvície já se instalou).

A alopecia androgenética também pode acometer mulheres, mas neste caso o tratamento com finasterida não é indicado (salvo se prescrito pelo médico e rigorosamente conforme suas instruções) pois o medicamento pode ocasionar má formação do feto – aliás, é recomendado que mulheres grávidas ou férteis sequer toquem em comprimidos de finasterida não revestidos ou que estiverem partidos ou esfarelados, para evitar absorção do componente ativo (o que pode gerar riscos numa possível gravidez, programada ou não).

Então, aos homens, há alguma escolha: se quer enfrentar a calvície e ser um calvo charmoso, vá adiante. A beleza de uma bela cabeleira pode sim ser compensada por outras qualidades. Se, por outro lado, quer tentar preservar os fios, procure um médico dermatologista: ele pode ajudá-lo a descobrir se a causa da queda dos fios é a alopecia, indicar o tratamento mais adequado e informar sobre os riscos e limitações das medicações disponíveis para o seu caso. O que importa, no fim, é ficar bem consigo mesmo – cabeludo ou careca, na prática só muda o visual.

Atenção: Este texto é meramente informativo e seu conteúdo é genérico. Este texto não substitui a opinião de um profissional de saúde. Não determine suas ações meramente com base nos dados aqui contidos. Consulte sempre um médico e siga o tratamento prescrito. É o médico quem melhor tem condições de avaliar um estado físico e/ou de saúde, fazer diagnósticos, indicar tratamentos e medicamentos quando for o caso e dar orientações em questões de saúde. Não use medicamentos sem prescrição médica.

Pompeia: Rua Tavares Bastos, 425 - (11) 3674-4444 - De 2ª a 6ª das 8h às 18h e aos sábados das 8h às 16h.