São Paulo, 22 de Julho de 2018

Feijoada / Confraternização de Doadores e Aniversário de 9 Anos do Clube SangueBom
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Brincar faz muito bem.

Escrita por: Redação Fellows Mkt & Co.
21/06/2011 16:41

Estimular a criança a brincar é positivo.

Recentemente uma marca de brinquedos prometeu voltar a comercializar um produto de grande sucesso nos anos 1980, convidando os consumidores a participarem de uma ação para o relançamento do brinquedo. Muitos imaginaram que voltariam a ter então o antigo produto à disposição nas lojas novamente.

Quando ele chegou ao mercado, porém, muitos consumidores se queixaram, dizendo que se sentiram decepcionados com o brinquedo que supostamente em nada lembrava o original – e usaram a internet para reclamar (é necessário dizer que a empresa planeja ainda o lançamento do produto em uma versão como a antiga – ver para crer).

Mas, afinal, por que um adulto se interessaria tanto pelo suposto relançamento de um brinquedo de sua infância a ponto investir tempo e dinheiro nele ou de criar um onda de protestos por suas expectativas supostamente não terem sido atendidas?

Um dos motivos talvez seja o fato de que brincar é um fato tão importante para o desenvolvimento humano que, mesmo quando adultas, as pessoas continuam sentindo necessidade ou saudade de praticar essa vivência.

Afinal, o ato de brincar tem, para as crianças, uma série de utilidades: elas podem brincar por prazer, para expressar o que sentem, para aprender. O contato com o mundo (cores, sons, cheiros, texturas, etc.), o faz de conta, o brincar sozinho, o brincar com os outros, etc., são fatores relacionados a essas aplicações do “brincar”, e por meio dessas interações a criança desenvolve sua própria formação.

Para que isso ocorra melhor, podem-se seguir algumas sugestões: brincar com o próprio filho (aproveitando o momento para conhecê-lo melhor), reservar um espaço na “agenda” da criança para o brincar livremente (evitando lotar o tempo da criança com infinitos cursos, atividades e obrigações), variar os tipos de brinquedos dados a ela (não dar só bonecas, só carrinhos, só jogos) e apostar que o importante é o brincar – e não o brinquedo.

O brinquedo em si tem um papel bem secundário no processo – e não precisa ser caro, bastando ser seguro e interessante. A até uma fruta ou uma coleção de tampinhas podem servir de brinquedo (desde que os objetos usados não ofereçam risco à criança, conforme sua idade e capacidades, é importante ficar claro).

Também é válido observar a adequação do brinquedo à idade do ponto de vista do interesse e uso que ele pode representar: crianças bem pequenas – até uns 2 anos – gostam de brinquedos que estimulem os sentidos, com cores, formas, sons ou texturas; que incentivem a interação com eles. Uma bolinha de borracha (em tamanho grande o suficiente para não ser engolida) ou brinquedos de encaixar podem ser boas fontes de diversão.

Por volta dos 3 ou 4 anos as crianças já passam a gostar de “faz de conta”, simulando situações que observam no dia a dia – como brincar de escolinha.

Entre os 5 e 6 anos fazem sucesso simulações mais complexas de faz de conta, com a ampla criação de mundos e situações (a criança simula ser um herói ou cria situações completamente imaginárias), bem como jogos de campo ou tabuleiro, em que há maior interação com os outros.

A partir dessa idade a criança brinca de diversas formas, mesclando, evoluindo ou aprimorando sua forma de brincar e o uso que faz das brincadeiras.

O que vale, nesse processo, é estimular a criança a brincar e respeitar o tempo que ela dedica a isso. A vida corrida dos pais precisa também reservar um espaço para o brincar da criança – que não deve ter só obrigações, mas também tempo para o universo lúdico. E é necessário também observar a qualidade do brincar: passar o dia todo no computador ou jogando games provavelmente não é uma diversão de qualidade; convém estimular o uso saudável desses recursos ou a busca e o uso de outras formas de diversão, que não fiquem só no ambiente virtual da internet e dos jogos eletrônicos.

Afinal, brincar faz bem – tanto que, mesmo depois de adultas, muitas e muitas (ainda) crianças continuam tendo prazer e se manifestando por esse direito.

Pompeia: Rua Tavares Bastos, 425 - (11) 3674-4444 - De 2ª a 6ª das 8h às 18h e aos sábados das 8h às 16h.