São Paulo, 16 de Novembro de 2019

Feijoada / Confraternização de Doadores e Aniversário de 9 Anos do Clube SangueBom
Feijoada / Confraternização de Doadores e Aniversário de 9 Anos do Clube SangueBom
Confraternização de Doadores e 9 Anos do Clube SangueBom
Confraternização de Doadores e 9 Anos do Clube SangueBom

Idosos precisam de cuidados com a visão.

Escrita por: Redação Fellows Mkt & Co.
24/11/2011 14:42

Idade pode comprometer a visão pela degeneração da mácula.

Quem já se irritou com um idoso demorando na fila do banco, caminhando devagar na calçada ou passando vagarosamente suas compras no caixa do supermercado pode até se irritar por dentro – mas não tem o direito de expor publicamente (e má educadamente) sua falta de paciência. Resignar-se ou ser compreensivo é o melhor a fazer.

Mas ser compreensivo com o quê? Com o fato de que a demora ou lentidão não é uma escolha do idoso. É uma consequência natural do envelhecimento. Idosos não são menos ágeis por preguiça ou ignorância, mas porque o corpo, com o passar dos anos, vai gradualmente transformando tarefas simples do dia a dia em atividades cada vez mais difíceis de serem realizadas. Caminhar, procurar o dinheiro na carteira, ler, manipular objetos pequenos e uma infinidade de outras atividades acabam se tornando mais difíceis para quem é idoso.

Idade e degeneração
da mácula


Um dos problemas da velhice é o risco de perda da visão em decorrência da degeneração da mácula. A mácula é uma área localizada no centro da retina, responsável pela “visão de alta resolução” – isto é, por permitir à pessoa enxergar com boa definição as imagens, o que é fundamental para atividades como ler, reconhecer o rosto das pessoas ou detalhes do mundo ao redor.

Com o envelhecimento, restos celulares vão se acumulando sobre a mácula, causando lesões que danificam a mácula e a retina por meio de pequenas hemorragias e inflamações causadas por esses restos celulares, que vão prejudicando assim o olho e a visão.

No início o problema é quase imperceptível: diminuição de sensibilidade de contraste à luz, visão de pontos luminosos e/ou a necessidade de mais luz para ler ou fazer atividades que exigem precisão na visão podem ser alguns sintomas.

Há tratamentos, que podem requerer terapias, uso de medicamentos e mudança de hábitos e dietas. Mas é importante que o problema seja descoberto a tempo: a perda de visão em decorrência do problema não tratado pode ser total.

Prevenção
é fundamental


O importante, portanto, é ficar atento: todas as pessoas devem fazer consultas oftalmológicas – mesmo as que não necessitam usar óculos – mas idosos, em especial, devem fazer consultas com o médico oftalmologista regularmente, sendo acompanhados de perto. Na verdade, nem é necessário especificamente ser idoso: pessoas com mais de 50 anos já correm o risco de desenvolver a doença, valendo portanto a prevenção.

Ficar atento é uma excelente dica para quem tem pais ou avós idosos (deve-se sim levá-los ao médico) e para quem quer envelhecer com qualidade de vida.

Afinal, todos querem um dia ter muitas memórias, muitos netos, belas histórias e – ainda assim – continuar a cultivar sonhos e projetos. Mas envelhecer exige cuidados, quando se é jovem e também na medida em que o processo de envelhecimento ocorre. Todo mundo quer viver bastante – mas ninguém quer envelhecer. Mas isso não existe – ou, ao menos, não ainda.

Cuidar-se bem desde cedo para chegar a uma idade avançada com mais saúde pode ajudar. E, tão importante quanto, é ser gentil e prestativo com quem enfrenta os desafios da velhice hoje, a nosso lado. Atrás do idoso que mal enxerga e caminha, lento, pela calçada, há o pai ou o avô de alguém, há o amigo de outras pessoas. Talvez um veterano de guerra ou o viúvo sozinho, com a alma cheia de recordações e a vida repleta de histórias. Por isso, possivelmente quem realmente não enxerga é quem não percebe que não é um velho: é um homem, um cidadão, um igual. É olhar para ver.

Pompeia: Rua Tavares Bastos, 425 - (11) 3674-4444 - De 2ª a 6ª das 8h às 18h e aos sábados das 8h às 16h.