São Paulo, 11 de Dezembro de 2018

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Comida estragada estraga qualquer festa.

Escrita por: Redação Fellows Mkt & Co.
19/12/2011 14:53

Intoxicação alimentar por comida estragada pode ser perigosa.

Final de ano normalmente implica em muita comida, muita bebida, muito calor e muito exagero: receitas certas para aumentar o risco de intoxicação alimentar pelo consumo de comida estragada.

O problema é muito comum no Brasil, não só porque o país é quente, mas pela falta mesmo de cuidados elementares de higiene ou pela adoção de práticas que fazem a comida estragar-se. Convém portanto ficar atento para não sofrer uma intoxicação alimentar.

O que é?

Há vários tipos de intoxicação por alimentos. Um deles é o ocasionado pela ingestão de alimentos contaminados por bactérias. E não se engane: é difícil perceber que o alimento está contaminado. Se ele está notoriamente estragado (com cheiro e sabor estranhos, por exemplo) dificilmente as pessoas irão consumi-lo. Acontece, porém, que é perfeitamente possível de o alimento estar estragado e ter cheiro, sabor e aspecto aparentemente normais.

Quando este alimento é consumido e ocasiona a intoxicação, um dos sintomas mais comuns é a diarreia. Nesse caso, deve-se ingerir líquidos para repor a água perdida pelo organismo e evitar os perigos da desidratação. A busca de ajuda médica é importante, pois o médico pode prescrever o uso de medicamentos para atenuar os sintomas, verificar se realmente se trata de intoxicação alimentar e, se ela ocorreu por contaminação por certos tipos de bactérias, até mesmo receitar antibióticos adequados (lembre-se: não tome medicamentos sem prescrição médica), bem como indicar uma dieta leve até o sistema digestivo se restabelecer.

Alguns casos de intoxicação alimentar podem ser bastante graves – como a causada pela bactéria do botulismo, que ataca o sistema nervoso e requer um tratamento diferente e urgente atendimento médico.

O que fazer?

Alguns dos alimentos de maior risco para a proliferação de bactérias – um dos casos mais comuns de intoxicação alimentar – são carnes, aves, ovos e derivados, embutidos e laticínios.

A contaminação pode ocorrer em diferentes momentos, como no alimento antes da compra, antes do preparo, no preparo propriamente dito e na guarda ou armazenagem, por exemplo.

Por isso é importante tomar cuidado com cada uma dessas situações.

Na compra, por exemplo, verificar se os alimentos que devem estar refrigerados estão acondicionados em geladeiras com a temperatura adequada. Em supermercados, para frios e laticínios, essas geladeiras devem ter um termômetro indicando temperatura não superior a 10ºC.

Também é necessário observar a data de validade do produto: muitos queijos, pães, carnes, ovos, etc., têm prazo de validade bem curto, de poucos dias. Ao comprar, verifique também o estado da embalagem, que não deve conter furos ou rasgos. Alimentos em lata devem ter a lata perfeitamente íntegra, sem estar estufada, amassada, danificada ou enferrujada.

Ao chegar em casa, guarde as carnes no freezer (parte superior) da geladeira, deixando-as na parte de baixo apenas se for prepará-la no dia: isso evita a proliferação de microorganismos.

No preparo, nunca deixe o alimento ainda cru em contato com o alimento já preparado – e não compre de estabelecimentos em que alimentos crus são armazenados conjuntamente com alimentos prontos.

Lavar muito bem frutas, verduras e legumes. Lavar também as mãos antes de iniciar o preparo da comida e sempre que trocar o manuseio de um alimento cru para outro que esteja em outra fase de preparo. Também não misturar utensílios – usando, por exemplo, uma tábua de carne para fatiar a carne crua e a carne já assada. Nesse caso, deve-se usar uma tábua para cada situação, ou lavar cuidadosamente a tábua entre cada um dos tipos de uso.

No consumo, muito cuidado com as maioneses caseiras – e evitar consumi-las fora de casa, em especial em barracas de lanche ou situações similares. Nas refeições, deixe a comida fora da geladeira apenas no período em que será servida, colocando-a na geladeira assim que a refeição acabar. Se for requentar, aquecer o alimento por igual, a uma temperatura mínima de 60ºC, e requentar apenas a parte que será consumida.

Por fim, é necessário lembrar que há vários tipos de intoxicação alimentar. Essas medidas podem ajudar a diminuir a possibilidade de haver a contaminação por bactérias. Outros tipos de contaminação podem ocorrer, porém – como a contaminação por fungos, pesticidas, metais pesados e até alimentos contaminados por substâncias orgânicas, insetos, etc. Em 2005, por exemplo, foi muito noticiado o caso de contaminação por fezes do inseto “barbeiro”, ocorrida por meio da ingestão de caldo de cana contaminado com os insetos ou com suas fezes.

Ou seja: é necessário ter muito cuidado com a higiene dos alimentos, em todas as fases em que ele for manipulado, da produção ao pós-consumo. Com esses cuidados, a chance da comida estragada estragar sua festa – e sua saúde, além da saúde das demais pessoas à mesa – será muito menor.

Pompeia: Rua Tavares Bastos, 425 - (11) 3674-4444 - De 2ª a 6ª das 8h às 18h e aos sábados das 8h às 16h.