São Paulo, 18 de Novembro de 2018

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Catapora e primavera: combinação comum.

Escrita por: Redação Fellows Mkt & Co.
25/09/2012 15:46

Época do ano é propícia à disseminação da doença.

O final do frio e a chegada da primavera facilita a proliferação de alguns vírus e bactérias. A catapora é uma das doenças que, nessas situações, pode ter a disseminação facilitada.

A catapora é tida por muitos como doença “de criança”: até porque, uma vez que a tenha contraído, a pessoa não mais irá “pegá-la” - embora o vírus possa ao longo da vida ainda provocar na pessoa o chamado “cobreiro”, ou herpes-zoster.

Também chamada de varicela, a catapora é causada por um vírus altamente contagioso. Um de seus sintomas característicos são as bolhas, ou vesículas, que se formam sobre a pele. Elas começam com manchas vermelhas, que depois “transformam-se” em bolhas pequenas com um líquido em seu interior – o qual, uma vez em contato com outras pessoas que não tiveram ainda a doença, pode infectá-las. Os primeiros sintomas podem aparecer entre 10 e 21 dias depois do contágio. A transmissão se dá também por contato com a saliva ou com as secreções respiratórias do doente.

Os primeiros sintomas são febre, mal-estar, dor de cabeça, falta de apetite e sensação de cansaço. As bolhas aparecem entre 24 e 48 horas depois dos primeiros sintomas.

Quando as bolhas secam formam-se crostas, que coçam muito. A pessoa não deve coçá-las, nem romper ou remover as crostas, pois isso pode gerar cicatrizes na pele ou mesmo a infecção do local, o que complica o quadro. Manter as unhas das crianças bem curtas e limpas pode ajudar a evitar que furem ou removam as crostas, em especial se forem muito pequenas e ainda não puderem compreender o problema.

A automedicação deve ser evitada, em especial com AAS (ácido acetilsalicílico), substância muito comum em vários medicamentos contra dor e febre. Pacientes com catapora não devem tomar AAS. Por estes e outros motivos a consulta ao médico é indicada, pois ele poderá fazer o diagnóstico correto da doença e prescrever os medicamentos corretos e/ou os procedimentos eventualmente necessários.

O tratamento da catapora normalmente é sintomático – isto é, cuida principalmente dos sintomas da doença, aliviando o desconforto do paciente.

A doença normalmente regride sozinha em alguns dias, sem maiores consequências. Entretanto, mulheres grávidas devem tomar extremo cuidado com a catapora, pois a doença pode gerar problemas no bebê. Pacientes com problemas renais, imunodeficiência ou crianças muito pequenas também requerem cuidados e atenção especiais, pois nesses casos pode haver risco de complicações sérias.

Uma forma importante de prevenção é a vacinação, ministrada durante a infância. A vacina não garante a imunidade contra a doença, mas pode fazer com que, caso ela ocorra, seja mais branda. Outra medida de prevenção consiste em evitar contato com pessoas que estão com catapora. Pacientes com a doença também devem evitar locais públicos, como a escola ou o trabalho, para evitar expor outras pessoas ao risco de contaminação. Com esses cuidados – e com o acompanhamento médico adequado – a catapora provavelmente será apenas isso: uma doença “de criança”, que talvez tenha ocorrido em alguma primavera dos gostosos anos da infância.

Atenção: Este texto é meramente informativo e seu conteúdo é genérico, portanto não tome decisões relacionadas à saúde meramente com base nessas informações. Consulte sempre um médico e siga o tratamento e recomendações por ele prescritas. Em situações relacionadas à saúde o médico é quem melhor tem condições de avaliar o estado físico e/ou de saúde, interpretar sintomas, eliminar dúvidas, orientar, fazer diagnósticos, indicar tratamentos, dietas e medicamentos (quando for o caso) e dar orientações e/ou prescrições de medicamentos e procedimentos.

Publicado originalmente em 25/09/2012.

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