São Paulo, 28 de Maio de 2018

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Espinha: obedeça, não esprema!

Escrita por: Redação Fellows Mkt & Co.
11/10/2012 09:08

“Cutucar” ou espremer espinhas pode gerar problemas.

Então o namorado e a namorada estão ali, na beira da piscina, e a garota (ou vice-versa) inventa de... espremer as espinhas de seu amor. Não é bonito? Claro que não.

Além de ser uma completa falta de educação e de higiene, o gesto pode trazer consequências negativas do ponto de vista da saúde. Afinal, quem nunca ouviu que não se deve espremer espinhas?

Em questão da higiene da pele (e do bem-estar em quem está próximo...) o conselho faz sentido. Espremer cravos e espinhas, além de não ser nada elegante, pode trazer muito mais problemas do que benefícios.

Por que não é uma boa ideia espremer? O problema começa com os milhares de pequenos seres que estão em nossa pele, em nossas mãos, unhas e dedos exatamente neste instante: as bactérias. Elas estão em quase todos os lugares, apenas esperando por uma oportunidade de ter acesso a nosso corpo. Como quem vai dar aquela “espremida” na espinha muito provavelmente não esterilizou as mãos, é quase certo que o local acabará infectado por esses organismos. Quando isso acontece, o local pode inflamar e infeccionar, causando complicações.

Mas este é apenas um dos problemas que podem acontecer: a espinha pode também, por exemplo, “explodir” na parte interna da pele, gerando uma inflamação maior e um aspecto ainda pior. Além disso, podem surgir cicatrizes, que depois podem acompanhar a pessoa pelo resto da vida.

Outro problema é a espinha transformar-se em cisto; uma espécie de bolsa contendo material orgânico em seu interior – normalmente sebo. Quando isto ocorre, deve-se consultar um médico – que possivelmente indicará que o cisto seja tratado, pois é um local potencialmente propenso a infecções. E atenção: só um médico pode remover um cisto ou indicar o tratamento a ser adotado. Jamais se deve tentar “espremer” um cisto, pois isso pode fazê-lo aumentar de tamanho, “explodir” para dentro da pele e também facilitar a infecção.

Mas, se não se deve espremer cravos e espinhas, então o que fazer? Quem tem este problema de pele (que é muito comum na adolescência, mas às vezes pode fazer parte também da vida dos adultos) precisa procurar um profissional especializado, principalmente um médico dermatologista. Há vários tipos de tratamento que podem ser prescritos, alguns dos quais, por exemplo, envolvendo o uso de sabonetes ou cremes especiais que ajudam a pele a “secar” esses incômodos.

Com a ajuda desses profissionais, muito provavelmente as espinhas poderão ser combatidas com eficácia, e com o passar do tempo serão apenas lembranças de uma fase da vida – sem complicações, sem cicatrizes.

Publicado originalmente em 11/10/2012.

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