São Paulo, 18 de Outubro de 2017

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Urticária: comum – e pode ser perigosa.

Escrita por: Redação Fellows Mkt & Co.
10/01/2013 11:40

“Alergia de pele”, como também é chamada, traz riscos.

Então a pessoa experimenta um desodorante, toma algum simples analgésico, come algo (ovos, leite, frutos do mar...) ou apenas usa uma roupa diferente e... começa a sentir coceira, falta de ar, confusão mental... Conclusão: acaba indo parar num hospital.

Sim, parece algo inusitado e assustador, mas é relativamente comum; algo que pode ocorrer com pessoas predispostas à urticária. Esses são alguns dos sintomas dessa reação alérgica que atinge cerca de 20% das pessoas ao menos uma vez na vida.

Ela pode ser desencadeada por vários fatores, como o consumo de alguns alimentos ou cosméticos, inalação de vapores (perfumes, substâncias químicas), pólen ou poeira, ou mesmo a consequência de doenças infecciosas ou de picadas de insetos. Dependendo do caso, até o suor ou fatores emocionais ou o calor, o frio ou a luz, por exemplo, podem desencadear a urticária, que é caracterizada pelo surgimento repentino de manchas avermelhadas inchadas e salientes na pele, podendo ocorrer também coceira intensa e inchaço.

Um grande risco da urticária não é a coceira ou o mal-estar, mas a possibilidade de provocar o sufocamento ou o choque anafilático do paciente.

Isso pode ocorrer porque, nessa reação alérgica, há liberação exagerada de histaminas (entre outras substâncias) no sangue. Histaminas são vasodilatadores produzidos pelo corpo, que levam à inflamação e/ou dilatação de alguns músculos e tecidos. Isso pode fazer com que haja uma anafilaxia, uma situação em que a pressão arterial cai, surgindo também um quadro de taquicardia e problemas circulatórios. Pode haver também o inchaço da glote, área de passagem do ar aos pulmões, o que pode levar o paciente rapidamente a óbito por asfixia e/ou por outras complicações.

A reação de anafilaxia grave é chamada de choque anafilático, situação que, sem atendimento médico, pode ser fatal.

Socorro rápido é fundamental

Se a pessoa desmaiar, sentir falta de ar ou a sensação de fechamento da garganta, estiver com a respiração ruidosa ou respirar com dificuldade, não tenha dúvida: é necessário socorro médico urgente. Ela deve ser levada a um hospital ou então ligar para um serviço médico de urgência (em muitas regiões há o telefone 192, destinado ao atendimento de emergências médicas). O ideal, porém, é não esperar o quadro chegar a esse ponto: se a pessoa manifesta a alergia é bom já procurar socorro.

Com o atendimento médico a situação pode ser controlada com o uso de medicamentos e/ou a adoção de procedimentos de emergência.

Não é um problema sem importância

Algumas vezes as pessoas não dão maior atenção à urticária; acham que é alguma “coceira” que logo irá passar ou sequer percebem a questão. Entretanto o quadro pode se manifestar de maneira mais forte, consistindo em caso de emergência médica.

Pode ocorrer também de um determinado alimento ou substância não causar a reação imediatamente, ou mesmo ter sido utilizado ou consumido outras vezes sem problemas – mas, a partir de um dado momento na vida, passar a desencadear a reação. Depois da emergência, as pessoas que descobriram que têm o problema devem procurar um médico alergista ou alergologista (especializado em alergias) para detectar precisamente a substância a qual a pessoa é alérgica, para que ela possa assim evitar novo contato com ela, evitando assim novos riscos.

O ideal, porém, é que o paciente não espere o problema se manifestar de forma grave: se percebe que tem tendência a esse tipo de alergia, um médico deve ser procurado preventivamente para que um acompanhamento seja feito corretamente, e a pessoa possa ser instruída sobre o que fazer para evitar maiores riscos ou como agir em caso de uma crise. O médico pode até, em alguns casos, prescrever um “kit de emergência” que a pessoa alérgica carrega sempre consigo, para o caso de necessidade.

Esse tipo de reação alérgica é relativamente comum – mas nem por isso deve ser ignorado.

Atenção: Este texto é meramente informativo e seu conteúdo é genérico, portanto não tome decisões relacionadas à saúde meramente com base nessas informações. Consulte sempre um médico e siga o tratamento e recomendações por ele prescritas. Em situações relacionadas à saúde o médico é quem melhor tem condições de avaliar o estado físico e/ou de saúde, interpretar sintomas, eliminar dúvidas, orientar, fazer diagnósticos, indicar tratamentos, dietas e medicamentos (quando for o caso) e dar orientações e/ou prescrições de medicamentos e procedimentos.

Publicado originalmente em 08 de janeiro de 2013.

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